Para amigos , por completos desconhecidos

Sabe aqueles textos que sempre mandamos para os amigos?

Então, juntei 5 feito por desconhecidos, que são perfeitos para a ocasião!

“Mesmo que as pessoas mudem e suas vidas se reorganizem, os amigos devem ser amigos para sempre, mesmo que não tenham nada em comum, somente compartilhar as mesmas recordações. Pois boas lembranças, são marcantes, e o que é marcante nunca se esquece! Uma grande amizade mesmo com o passar do tempo é cultivada assim!”

– Desconhecido

“ACASO

Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, pois cada pessoa é única
e nenhuma substitui outra.
Cada um que passa em nossa vida,
passa sozinho, mas não vai só
nem nos deixa sós.
Leva um pouco de nós mesmos,
deixa um pouco de si mesmo.
Há os que levam muito,
mas há os que não levam nada.
Essa é a maior responsabilidade de nossa vida,
e a prova de que duas almas
não se encontram ao acaso.”

– Desconhecido

“Pode ser que um dia tudo acabe…
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre”

– Desconhecido

“A amizade é doce, firme e leal. Ela se fortalece com o tempo e se torna duradoura! Quantas vezes você me ouve, me anima, me faz seguir em frente, participa das minhas alegrias e trata meus assuntos, como se fossem seus, me dá conselhos que eu respeito, porque sei que são sinceros. Às vezes concordamos, em outras discordamos. Você faz parte do meu mundo! Você é alguém em quem confio e que tem todo o meu afeto e a minha amizade.

– Desconhecido”

“Compreendi que viver é ser livre… Que ter amigos é necessário… Que lutar é manter-se vivo… Que pra ser feliz basta querer… Aprendi que o tempo cura… Que magoa passa… Que decepção não mata… Que hoje é reflexo de ontem… Compreendi que podemos chorar sem derramar lagrimas… Que os verdadeiros amigos permanecem… Que dor fortalece… Que vencer engrandece… Aprendi que sonhar não é fantasiar… Que pra sorrir tem que fazer alguém sorrir…Que a beleza não está no que vemos, e sim no que sentimos… Que o valor está na força da conquista… Compreendi que as palavras tem força… Que fazer é melhor que falar… Que o olhar não mente… Que viver é aprender com os erros… Aprendi que tudo depende da vontade… Que o melhor é ser nós mesmos… Que o SEGREDO da vida é VIVER!!!

E umas das coisas que aprendi é que se deve viver apesar de. Apesar de, se deve comer. Apesar de, se deve amar. Apesar de, se deve morrer. Inclusive muitas vezes é o próprio apesar de que nos empurra para frente. Foi o apesar de que me deu uma angústia que insatisfeita foi criadora de minha própria vida.”

– Desconhecido

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ELA precisa somente D’ELA!

“Ela é o tipo de mulher que se importa com amizade, mesmo que isso custe sua felicidade .

Ela é o tipo de menina que rega o amor. No meio do jardim, até parece uma flor

Ela dá o máximo de si, mesmo recebendo pouco ou quase nada. Para ela o importante é sorrir.

Ela não exige ser o centro das atenções, mas por onde passa deixa marcas e rouba corações.

Ela está sempre sorrindo. Mas às vezes tropeça no abismo e acaba caindo .

Mas ela sabe que lá no fundo, ela precisa “D’ELA” pra subir.

ELA é auto-suficiente, e o seu próprio mundo ela pode reconstruir !

Mih Muniz”

Tá pensando que é a rainha da cocada preta? Tá carregando o rei na barriga?

Pensa num dia ruim. Quando você acorda sem vontade de fazer nada. Então, foi isso que aconteceu. Fiquei pensando sobre aquelas pessoas escrotas, que não se colocam no lugar do outro. Aquelas que acham que o mundo gira em torno delas. E isso foi o suficiente pra deixar meu dia ruim. Agora entendo quando dizem, pensamento negativo, atrai energia negativa.

Eu me pergunto, o que o faz ser melhor do que os outros à sua volta? O que te leva a tratar o outro com tanta estupidez. Talvez eu esteja sendo exatamente igual a você, querendo 5 minutos de atenção nesse momento. E você deve estar se questionando: “Caraca que mina chata do c@$#^×%#& , que eue eu tô fazendo lendo essas baboseiras”.

Pois é. Isso que você está sentindo nesse momento, não é nem metade do que os outros pensam à seu respeito.

Certamente, não ganha nada além de ranço na vida. Eu não quero ser mais uma chata e escrota, mas precisava mostrar o quanto nos tornamos chatos, quando damos espaço para a negatividade entrar em nossas vidas. Muito pelo contrário. Eu quero o melhor pra você. Eu quero que você cresca na sua vida em todos os sentidos. Eu desejo do fundo do meu coração que esteja bem .

Então vamos mudar a frequência, ser mais solidários. Lá fora existem milhões de pessoas com problemas muito maiores e nem por isso são arrogantes.

Já pensou que amanhã pode ser você precisando apenas desabafar? Existe ainda um velho ditado que diz assim :”DOR DE BARRIGA NÃO DÁ SÓ UMA VEZ”. Ou seja, os problemas sempre estarão ali. Cabe a nós levantar e tentar resolver. O que não podemos fazer é achar que ninguem tem problemas e só a nossa vida e nossos problemas são mais importantes.Vamos viver com mais leveza e praticar a compreensão.

Pra finalizar, só mais um recadinho:

Gente feliz não enche o saco. É isto😊

O mantra, por Daniel Gnattali

Quando criei meu primeiro blog a idéia era dar mais espaço a arte e cultura aqui no blog.

Confesso que até chegar aqui caminhei um pouquinho. Mas não desisti da idéia. E para expressar melhor sobre esse universo , estou abrindo nosso quadro “Perfil”. É aqui que estarão reunião todas as entrevistas do blog.

Para dar início a nossa caminhada, a estréia é com um músico e artista visual que tem muito conteúdo de qualidade em seu currículo . E eu tenho quase certeza, que você, assim como eu, também já viu algumas das ilustrações dele por aí.

O convidado de hoje é Daniel Gnatalli, sagitariano ( 17/12/1985 ), nascido em Humaitá no Rio de Janeiro. Passou pelo Colégio Andrews, e depois em dois colégios que já não existem mais. Formado em design na Universidade da Cidade, a qual também não existe mais .

Quais foram seus primeiros trabalhos a serem reconhecidos?

Meu primeiro trabalho a ser largamente reconhecido foi o “Mantra”, aquele desenho do guru meditando “foda-se – foda-se – foda-se”. Foi postado pela primeira vez em 2012.

Depois, em 2013, fiz uma ilustração para o áudio documentário “Imbatível ao Extremo: Assim é Jorge Ben Jor” .

A ilustração foi feita pra divulgação desse trabalho e acabou sendo muito utilizadas por fãs do Jorge Ben Jor em videos do youtube ou conteúdos que fizessem referência à obra dele.

Em 2015 eu dei um poster da ilustração de presente pra ele, foi um encontro bem legal.

Em 2014, ilustrei o rótulo da Magic Trap, a primeira cerveja da Hocus Pocus (@cervejariahocuspocus). Esse rótulo também ficou bastante conhecido.

E, em 2016, fiz o redesign da identidade visual da Quetzal Chocolate de Origem (@quetzalchocolatedeorigem), lançando 5 tabletes com as minhas artes. Hoje já são 9 e cada vez mais pessoas estão conhecendo o chocolate.

O que te motiva a criar seus trabalhos?

As motivações vem de vários lugares. No trabalho, o que motiva são os meus clientes e, muitas vezes os prazos (rs). Mas por trás disso procuro ter clientes cujos projetos eu acredite, isso é uma maneira de entender que, além de estar trabalhando no agora, também estou trabalhando para o futuro.

Nos meus trabalhos pessoais a relação é outra. Em geral demoro mais, pois preciso de um tempo mais dilatado para entender o que está pra sair. Tem épocas que fico zero inspirado, épocas em que as ideias simplesmente aparecem e nem dá tempo de executar tudo. Por isso voltei a andar com um caderninho pra ir anotando.

Como a correria do dia a dia não para nunca, é muito fácil eu adiar meus projetos pessoais para atender a alguma demanda de trabalho. Como eu efetivamente gosto muito de trabalhar, acabo negligenciando meu tempo de criação pessoal. De uma forma ou de outra estou sempre ativo criativamente, mas hoje busco preservar um espaço para as minhas vontades mais naturais, seja dando um tempo para fazer algumas conexões ou simplesmente me dedicando a alguma obra que não esteja vinculada a uma demanda comercial. São os velhos acordos entre o artístico e o profissional – tem que ter tempo pros dois.

Você tem admiração ou é fã de algum artista específico ?

Sim, vários. Começando pelo Jorge Ben Jor, que nem é artista visual, mas é um artista num sentido amplo. A obra dele é fascinante por passar, através da música, conceitos e imagens comuns a todos.

Ele é um sintetizador de conteúdo universal, por isso sua obra é extremamente rica. Músicas que soam simples, mas se você parar para observar são bem complexas. Por isso há quem diga que o Jorge Ben é uma força da natureza. Fazer a ilustração pro documentário dele com certeza inspirou o meu estilo de desenho.

Dois artistas que gosto muito: um é o Shaun Tan, ilustrador australiano, e o outro Eichiro Oda, desenhista japonês (criador do mangá One Piece). Cada um à sua maneira, os dois são sensacionais. O que acho mais legal nos trabalhos deles é a sensibilidade e capacidade de criarem seus próprios universos.

E um artista contemporâneo por quem tenho grande admiração é o Marcos Chaves. O trabalho dele tem uma linguagem que parece estar um nível acima nas camadas de conexões. São registros fotográficos certeiros, que passam uma mensagem muitas vezes engraçada, mas com uma estranha profundidade e sensibilidade. É difícil de explicar, mas vocês podem ver algumas coisas no instagram dele: @marcoschaves

Fale um pouco sobre a sua família.

Família de artistas. Eu sou artista visual e músico, meu pai é músico e maestro, minha mãe é fonoaudióloga e trabalha com inclusão social de surdos através do teatro, minha irmã mais velha é cantora e diretora de arte, minha irmã mais nova é atriz, percussionista e palhaça, minha esposa é atriz, professora de yoga e nutricionista e o meu enteado é ator e músico. Meu tataravô por parte de pai era escultor em Porto Alegre, sua filha (minha bisavó) era pianista e casou com um italiano músico também. Seus filhos eram todos músicos e tocavam piano obrigatoriamente e outros instrumentos que quisessem. Um desses filhos era o Radamés Gnattali, meu tio avô, que foi um grande maestro e compositor da música brasileira, tanto popular, quanto erudita.

Quais foram os maiores desafios da sua vida pra chegar onde chegou?

Tive a graça de nascer numa família amorosa. Fui criado com afeto e tempo para experimentar. Tive uma infância, adolescência e início de vida adulta estáveis. Nunca quis bater ponto, então não foi difícil escolher ser autônomo. Nesse caso, os desafios são mais internos do que externos. Aprender a gerir sua vida profissional e ter disciplina, lidar com ansiedades, tudo isso sem abrir mão da parte legal de se trabalhar com arte, sem permitir que o trabalho transforme o dom artístico em pura obrigação. Eu não diria “chegar onde chegou”, mas “chegar onde se está chegando”, pois estamos sempre chegando de algum lugar e indo pra outro.

E hoje, o que te deixa feliz?

Fico feliz com a perspectiva de ver meu trabalho associado a produtos legais e poder dizer que, além de ganhar a vida fazendo o que gosto, é por uma boa causa também. Fico feliz em perceber que as pessoas que procuram meus serviços estão buscando um “algo mais”. Credito isso à forma espiritual com a qual encaro as minhas criações. Acho necessário que o trabalho esteja permeado de sentido, não bastando parecer puramente belo esteticamente. Entender isso me dá tranquilidade de seguir com minhas elaborações pessoais.

O trabalho artístico sempre é um canal de expressão. Ultimamente tenho buscado me expressar com um foco maior em sentimentos mais subjetivos e bem pessoais, que não necessariamente serão compreendidos de maneira óbvia. É um processo pelo qual estou me propondo a passar e ter a minha própria permissão pra isso me deixa muito feliz.

Quem foi seu maior incentivo na sua vida pessoal?

Não acho que tenha sido uma pessoa, apenas, mas o afeto familiar com o qual fui criado. Esse é o colchão que entendo por estofar minha vida pessoal. É o meu suporte, as bases de construção do meu caráter e da minha personalidade. Hoje tenho uma companheira que igualmente emana esse afeto e não acho que seja à toa – pois, afinal, buscamos nos relacionar com pessoas com quem tenhamos afinidades. Medos, angústias, dores são sempre parte do processo, mas saber que existe amparo para esses momentos é essencial para seguirmos na jornada.

Você poderia deixar uma mensagem aos leitores?

Seguindo nesse tema, os amigos e familiares à nossa volta podem nos dar o suporte afetivo e emocional que precisamos nas horas difíceis. Mas é importante que estejamos ativamente buscando esse suporte em nós mesmos; nos entendendo enquanto seres humanos, buscando nos aperfeiçoarmos como pessoas. Só praticando essa auto-observação poderemos entender e respeitar nossos defeitos e os defeitos dos outros. Estamos todos em processo.

GENTE!!! Que entrevista maravilhosa! Eu só tenho a agradecer pela atenção do Daniel Gnattali, de coração mesmo!

E se você tá querendo conhecer mais sobre os trabalhos dele, dá uma conferida lá no instagram dele @danielgnattali , e no tumblr

Você vai se surpreender!!!